Bem Vindo às Cousas

Puri, se tchigou às COUSAS, beio pur'um magosto ou um bilhó, pur'um azedo ou um butelo, ou pur um cibinho d'izco d'adobo. Se calha, tamém ai irbanços, tchítcharos, repolgas, um carólo e ua pinga. As COUSAS num le dão c'o colheroto nim c'ua cajata nim cu'as estanazes. Num alomba ua lostra nim um biqueiro nas gâmbias. Sêmos um tantinho 'stoubados, às bezes 'spritados, tchotchos e lapouços. S'aqui bem num fica sim us arraiolos ou u meringalho. Nim apanha almorródias nim galiqueira. « - Andadi, Amigo! Trai ua nabalha, assenta-te nu motcho e incerta ó pão. Falemus e bubemus um copo até canearmos e nus pintcharmus pró lado! Nas COUSAS num se fica cum larota, nim sede nim couractcho d'ideias» SEJA BEM-VINDO AO MUNDO DAS COUSAS. COUSAS MACEDENSES E TRANSMONTANAS, RECORDAÇÕES, UM PEDAÇO DE UM REINO MARAVILHOSO E UMA AMÁLGAMA DE IDEIAS. CONTAMOS COM AS SUAS : cousasdemacedo@gmail.com



sábado, 11 de julho de 2009

Ainda mais cousas nostálgicas...


Não foram só os piões a transportarem-me para outros tempos. Olhar para as caipirinhas, as cervejolas e as coca-colas fez-me recordar a alegria que representavam umas laranjadas ou umas gasosas. Mesmo quando surgiu a novidade do Sumol de laranja que ia comprar ao Sô Nélson sempre que tinha a benesse de uma moeda de "cincroas". Depois apareceu o Fruto Real e a Laranjina C, mas o Sumol é que era. Especialmente porque, no interior das caricas, apareciam as fotos dos jogadores dos três grandes. Era o marketing-embrionário... Mesmo na dificuldade que existiu em ter a carica do Cavungi... Era só encher a gaveta do Sô Nélson de moedas. Nem que fosse para não beber o Sumol e conseguir ser o primeiro a ter o dito jogador do Benfica. Quando sobravam uns trocos, ainda dava para comprar umas "chiclas". As Piratas eram duras como os acessórios bovinos, mas a alternativa da May não era melhor. Até surgirem as Chiclets e o neologismo trazido não sei por quem de "chuinga" (soa-me a derivação do continente austral - aquele logo a contar de Gibraltar)... O supremo das guloseimas era o tempo dos "rajás", mesmo que já fossem da Olá. Especialmente o gelado dos cãezinhos, vulgo Super Maxi, que trazia um bónus que fazia as delícias da pequenada: autocolantes com cães de várias raças. (Que atrasados éramos!...). A cada ano que passava, fazíamos apostas sobre qual dos gelados desapareceria do escaparate... E ficávamos deliciados a olhar para a novidade dos substitutos... (Que atrasados éramos!... Parte II). Contentávamo-nos com tão pouco (ou com "tão muito")... As Bombokas (as deliciosas e originais do "só há estas, são pra mim!")... Os magníficos Kalkitos... As Colecções de Cromos onde o Jordão, o Néné ou o Gomes eram motivo de mais umas "lambadas" em estéreis discussões sobre quem era o melhor avançado... E os brinquedos de plástico quando ainda não havia "matchboxs"... Ou "transformers"...

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