Bem Vindo às Cousas

Puri, se tchigou às COUSAS, beio pur'um magosto ou um bilhó, pur'um azedo ou um butelo, ou pur um cibinho d'izco d'adobo. Se calha, tamém ai irbanços, tchítcharos, repolgas, um carólo e ua pinga. As COUSAS num le dão c'o colheroto nim c'ua cajata nim cu'as estanazes. Num alomba ua lostra nim um biqueiro nas gâmbias. Sêmos um tantinho 'stoubados, às bezes 'spritados, tchotchos e lapouços. S'aqui bem num fica sim us arraiolos ou u meringalho. Nim apanha almorródias nim galiqueira. « - Andadi, Amigo! Trai ua nabalha, assenta-te nu motcho e incerta ó pão. Falemus e bubemus um copo até canearmos e nus pintcharmus pró lado! Nas COUSAS num se fica cum larota, nim sede nim couractcho d'ideias» SEJA BEM-VINDO AO MUNDO DAS COUSAS. COUSAS MACEDENSES E TRANSMONTANAS, RECORDAÇÕES, UM PEDAÇO DE UM REINO MARAVILHOSO E UMA AMÁLGAMA DE IDEIAS. CONTAMOS COM AS SUAS : cousasdemacedo@gmail.com



sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Água, Incongruências, Boicotes e… Maledicências

Há crimes que se baseiam no silêncio e em lutas intestinas que navegam por águas onde as populações não mergulham. Existem aldeias a noroeste do concelho com deficiências no abastecimento de água. Sem grandes rodeios, isto é um crime! Não tanto pela ausência do bem precioso em si, mas sim pelo que gera a insuficiência. Na minha frontal análise, seja dito. É por demais evidente o conflito existente entre a autarquia e os bombeiros voluntários. O mesmo já foi escalpelizado em diversos órgãos de comunicação social, a propósito da ausência de Macedo na criação das EIP (Equipas de Intervenção Permanente), bem como na pretensa inadequação do novo quartel às actuais realidades, ou ainda na acusação de promiscuidade em relação à eleição dos órgãos sociais da corporação. Não vou tomar o papel de juiz nem me vou imiscuir em assuntos que não me dizem respeito. Tomei como uma das minhas posturas de vida que existem três razões: a tua, a minha e a correcta… O que é relevante são as consequências deste braço-de-ferro em que as vítimas são as que nele não participam. Porque hão-de as populações estar privadas de um bem essencial ou, em última instância, a ser abastecidas de forma insuficiente porque, segundo a informação veiculada, os bombeiros macedenses não têm tido o autotanque disponível para proporcionar a satisfação de uma necessidade primária? Mas não está disponível porquê? Sofrerá da enfermidade de alguma avaria? Tem havido assim tantos incêndios? Se assim é, o vizinho concelho de Mirandela pode considerar-se bafejado pela sorte… Porque é através dos seus autotanques que não surge a contingência de um qualquer regresso ao passado… Ou a uma mudança continental… Ainda que estejamos afectados pela pobreza, persistimos colados ao continente europeu… Ou não?

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