Bem Vindo às Cousas

Puri, se tchigou às COUSAS, beio pur'um magosto ou um bilhó, pur'um azedo ou um butelo, ou pur um cibinho d'izco d'adobo. Se calha, tamém ai irbanços, tchítcharos, repolgas, um carólo e ua pinga. As COUSAS num le dão c'o colheroto nim c'ua cajata nim cu'as estanazes. Num alomba ua lostra nim um biqueiro nas gâmbias. Sêmos um tantinho 'stoubados, às bezes 'spritados, tchotchos e lapouços. S'aqui bem num fica sim us arraiolos ou u meringalho. Nim apanha almorródias nim galiqueira. « - Andadi, Amigo! Trai ua nabalha, assenta-te nu motcho e incerta ó pão. Falemus e bubemus um copo até canearmos e nus pintcharmus pró lado! Nas COUSAS num se fica cum larota, nim sede nim couractcho d'ideias» SEJA BEM-VINDO AO MUNDO DAS COUSAS. COUSAS MACEDENSES E TRANSMONTANAS, RECORDAÇÕES, UM PEDAÇO DE UM REINO MARAVILHOSO E UMA AMÁLGAMA DE IDEIAS. CONTAMOS COM AS SUAS : cousasdemacedo@gmail.com



quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Banalidades natalícias

O tempo vai insistindo em pregar partidas, como se, ao invés de estarmos em plena época natalícia, estivéssemos a passar pelo período em que os Caretos de Podence saem à rua. A serra de Bornes acordou hoje mais branca que há dois dias. No entanto, por aqui, em plena portela de Macedo, a chuva fria insiste na sua desagradável queda, acompanhada a vento e a vontade de permanecer nas imediações da lareira. Indubitavelmente, preferia aqueles dias de sol, marcados a frio intenso e ao choque térmico que representa uma saída de casa. Ou, em alternativa, passear no exterior calcando o manto branco. O dito extinguiu-se e, com ele, o frio. Parece que, vou ter um “Wet Christmas” em vez do mais tradicional “White Christmas”… Haja Natal, branco ou cinzento, mas acima de tudo colorido a família, a afectos e a sorrisos. Torno este desejo extensível aos visitantes das Cousas, deixando, em simultâneo, um natalício agradecimento pelo incentivo que vem representando cada entrada neste peculiar mundo macedense. E agora é tempo de dar início aos preparativos que hão-de resultar naquelas “cousas”, criminosas pelo excesso de gordura e açúcares, saborosas por idênticos motivos. Venham de lá as rabanadas, os sonhos, as filhós… E a aletria, o arroz-doce, os pudins… E venha de lá o Natal! BOAS FESTAS!

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