Bem Vindo às Cousas

Puri, se tchigou às COUSAS, beio pur'um magosto ou um bilhó, pur'um azedo ou um butelo, ou pur um cibinho d'izco d'adobo. Se calha, tamém ai irbanços, tchítcharos, repolgas, um carólo e ua pinga. As COUSAS num le dão c'o colheroto nim c'ua cajata nim cu'as estanazes. Num alomba ua lostra nim um biqueiro nas gâmbias. Sêmos um tantinho 'stoubados, às bezes 'spritados, tchotchos e lapouços. S'aqui bem num fica sim us arraiolos ou u meringalho. Nim apanha almorródias nim galiqueira. « - Andadi, Amigo! Trai ua nabalha, assenta-te nu motcho e incerta ó pão. Falemus e bubemus um copo até canearmos e nus pintcharmus pró lado! Nas COUSAS num se fica cum larota, nim sede nim couractcho d'ideias» SEJA BEM-VINDO AO MUNDO DAS COUSAS. COUSAS MACEDENSES E TRANSMONTANAS, RECORDAÇÕES, UM PEDAÇO DE UM REINO MARAVILHOSO E UMA AMÁLGAMA DE IDEIAS. CONTAMOS COM AS SUAS : cousasdemacedo@gmail.com



sábado, 28 de março de 2009

Mais umas cousitas sobre saúde (ou falta dela)

P´á homenagem anterior ser completa, faltavam-me as jóias da coroa. Essas mesmas que me habituei a ver manuseadas pelo meu "velhote" enquanto se dedicava à leitura, a uma tertúlia de amigos ou a uma partida de damas. Ele "já lá está" e a grande maioria dos amigos também. De todos eles, uns mais rijos, outros menos, uns que tiveram uma durabilidade maior, outros cujo prazo de validade terminou mais cedo (entre os quais se inclui o meu próprio "velhote"), não me parece que nenhum tenha finado pelos excessos tabagísticos. Não! Não estou aqui a defender o tabagismo! Aliás, como bom pai (às vezes...), já tive oportunidade de alertar a descendência para os malefícios associados ao tabaco. Mas daí a quererem transformar o tabaco numa heresia, vai uma grande distância. E, afinal de contas, quem é mais passível de excomunhão social? O tabaco, os refrigerantes, a fast-food, a poluição automóvel, os incêndios e abates florestais, as listas de espera nos hospitais ou os hospitais que vamos deixando de ter? Aqueles nos quais esperava, um dia quiçá, ter direito a uns pulmões novinhos em folha, depois de tantos anos no meu papel de contribuinte, directo e indirecto, para a (in)Segurança Social que temos. O que vale é que o tabaco é o bode expiatório para todos os males de que enfermamos. Só não percebo é porque não proíbem, em definitivo, a sua venda, tal o papel demoníaco que parece representar... Como fumador, agradeceria de duas formas. Porque só se sente necessidade daquilo que existe e porque, um ano transcorrido, teria disponibilidades extra para gozar umas férias merecidas... Fora de aeroportos, filas de trânsito e centros comerciais...

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