Bem Vindo às Cousas

Puri, se tchigou às COUSAS, beio pur'um magosto ou um bilhó, pur'um azedo ou um butelo, ou pur um cibinho d'izco d'adobo. Se calha, tamém ai irbanços, tchítcharos, repolgas, um carólo e ua pinga. As COUSAS num le dão c'o colheroto nim c'ua cajata nim cu'as estanazes. Num alomba ua lostra nim um biqueiro nas gâmbias. Sêmos um tantinho 'stoubados, às bezes 'spritados, tchotchos e lapouços. S'aqui bem num fica sim us arraiolos ou u meringalho. Nim apanha almorródias nim galiqueira. « - Andadi, Amigo! Trai ua nabalha, assenta-te nu motcho e incerta ó pão. Falemus e bubemus um copo até canearmos e nus pintcharmus pró lado! Nas COUSAS num se fica cum larota, nim sede nim couractcho d'ideias» SEJA BEM-VINDO AO MUNDO DAS COUSAS. COUSAS MACEDENSES E TRANSMONTANAS, RECORDAÇÕES, UM PEDAÇO DE UM REINO MARAVILHOSO E UMA AMÁLGAMA DE IDEIAS. CONTAMOS COM AS SUAS : cousasdemacedo@gmail.com



segunda-feira, 28 de abril de 2008

A Semana - Cousas de Escárnio e Maldizer

A semana não foi fértil em notícias. Se exceptuarmos que o MATA (Movimento Anti Tradições Académicas) diz que continua a existir impunidade relativamente às praxes (a propósito da absolvição do Piaget num processo movido por uma ex-aluna)... Parece-me sugestivo o nome do dito movimento: MATA (???)... Mas não estou aqui para comentar esta forma de um verbo que, por sinal, não me agrada. Estou, antes, porque, é esse mesmo verbo, dando ouvidos aos comentários de fim-de-semana, que estão a aplicar a um dos ícones da minha cidade: a Estalagem do Caçador. Nos longos anos que levo ausente da minha localidade de nascimento, sempre que refiro a minha origem, logo vêm à baila a "estalagem" e a "barragem". Não creio que tal se deva ao facto da coincidência da rima... Deve-se, antes, a serem dois locais que constituem uma forma única de viver. Plagiando o guia "Hotéis Rurais com Encanto", "aqueles que procurarem alguma coisa diferente encontrarão aqui um refúgio de paz e tranquilidade no meio de uma terra agreste e selvagem, que parece ter sido abandonada por Deus e pelos olhos dos homens." Palavras para quê?

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