Bem Vindo às Cousas

Puri, se tchigou às COUSAS, beio pur'um magosto ou um bilhó, pur'um azedo ou um butelo, ou pur um cibinho d'izco d'adobo. Se calha, tamém ai irbanços, tchítcharos, repolgas, um carólo e ua pinga. As COUSAS num le dão c'o colheroto nim c'ua cajata nim cu'as estanazes. Num alomba ua lostra nim um biqueiro nas gâmbias. Sêmos um tantinho 'stoubados, às bezes 'spritados, tchotchos e lapouços. S'aqui bem num fica sim us arraiolos ou u meringalho. Nim apanha almorródias nim galiqueira. « - Andadi, Amigo! Trai ua nabalha, assenta-te nu motcho e incerta ó pão. Falemus e bubemus um copo até canearmos e nus pintcharmus pró lado! Nas COUSAS num se fica cum larota, nim sede nim couractcho d'ideias» SEJA BEM-VINDO AO MUNDO DAS COUSAS. COUSAS MACEDENSES E TRANSMONTANAS, RECORDAÇÕES, UM PEDAÇO DE UM REINO MARAVILHOSO E UMA AMÁLGAMA DE IDEIAS. CONTAMOS COM AS SUAS : cousasdemacedo@gmail.com



domingo, 13 de abril de 2008

Gratidão

As dissertações que antecedem este comentário foram efectuadas num conceito do tipo "conversa de mim para mim". Às seguintes, aplicarei o mesmo conceito. Porém, não deixa de ser agradável verificar que, ainda na primeira infância, as "Cousas de Macedo de Cavaleiros", já tiveram ilustres visitantes. Daí, a gratidão: obrigado Vimioso; obrigado Sobreira (Vila Real); obrigado Rio Tinto; obrigado Porto; obrigado Santa Maria da Feira. E lamento não ter aqui um "obrigado Macedo"... Há-de chegar o dia.

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