Bem Vindo às Cousas

Puri, se tchigou às COUSAS, beio pur'um magosto ou um bilhó, pur'um azedo ou um butelo, ou pur um cibinho d'izco d'adobo. Se calha, tamém ai irbanços, tchítcharos, repolgas, um carólo e ua pinga. As COUSAS num le dão c'o colheroto nim c'ua cajata nim cu'as estanazes. Num alomba ua lostra nim um biqueiro nas gâmbias. Sêmos um tantinho 'stoubados, às bezes 'spritados, tchotchos e lapouços. S'aqui bem num fica sim us arraiolos ou u meringalho. Nim apanha almorródias nim galiqueira. « - Andadi, Amigo! Trai ua nabalha, assenta-te nu motcho e incerta ó pão. Falemus e bubemus um copo até canearmos e nus pintcharmus pró lado! Nas COUSAS num se fica cum larota, nim sede nim couractcho d'ideias» SEJA BEM-VINDO AO MUNDO DAS COUSAS. COUSAS MACEDENSES E TRANSMONTANAS, RECORDAÇÕES, UM PEDAÇO DE UM REINO MARAVILHOSO E UMA AMÁLGAMA DE IDEIAS. CONTAMOS COM AS SUAS : cousasdemacedo@gmail.com



quinta-feira, 24 de junho de 2010

Soeimas e Gebelins

Algures, num qualquer estranho episódio, amizades, não provenientes de espécimes amigos de longa data, mas um daqueles que, sabe-se lá se por exibir um carácter incomensuravelmente acima da média, teve a capacidade de desafiar um restrito mundo... Algures, num qualquer ingénuo episódio, daqueles episódios marcados a ferros de ingenuidade pura, alienígenas purezas que se abstraem de preconceitos de inverosímil desigual distribuição de sapiência... Toponímicos desabafos de quem partilha platónicos conceitos, talvez... Supremacias da ignorância, ou um desaustinado ensaio sobre a lucidez, contraponto a homónimo da cegueira... Referência oportuna, só porque a moda decidiu não contrariar finados prémios suecos abastecedores de hipócrita alma lusitana... Ou desenfreadas formas de aquilatar a essência de arabismos nascidos de fonéticas desigualdades, dogmas brotados de santidades? Uma qualquer Jerusalém talvez, sede de patriarca Gibelinus, enquanto Pascoal II saboreava a cadeira de Pedro. Nada de confusões com os de Weiblingen, opositores de Guelfos, mundos de histórias outras... É mais fácil seguir machados, ou intelectuais gumes, sarracenas obstruções de lendas nascidas. Afinal, sempre houve encantadas mouras para entroncar em megalitismos... Como se os pétreos seres guardassem teares de ouro e outras auríferas histórias mais... Cousas misteriosamente guardadas entre dois montes, Jabalain talvez, derivações de Jabalon... Diz o José... Ou voltamos às hipóteses de javalis, timbre de nobre gente? Nãããããã!!! Prefiro a ignorância de séculos muitos, dúzia deles atrás, pelo menos, génese de apelido de progenitor de Mogli, indiano império britânico nascido, geminadas nomenclaturas luso-britânicas, onde arabismos chegados não foram. Fatalidades dos crentes... De influência árabe, a germana influência... De facilitismos de dois montes a antroponímias "daquele que dá"... Genitivo de homónimos de patriarcas, sei lá... Afinal, José Pedro dixit, e corrobora-se, porque sim... Mas há sempre uns Ernestos para contrariar, ou cabeças para pensar. Ou um ignorante "alguém" que vê para lá de arabismos e insondáveis mundos. Gebelim como "vestígio de lingoa arábica"? Não houvesse germanos mundos outros, e derivação de genitivo não seria... Proximidades de Soeima, etimológicos percursos para distanciar. Sulayman derivado, mas de moçárabe nascido. Soleima, dizem os entendidos, que entendido não sou. De entendimento era o Afonso, o primeiro, de lendas tantas elevado. Como a do Bispo Negro, Soleima atrás... Adaptações moçárabes, ou "Sisnandas" doações a um tal de Godins, beneplácito de conde Raimundo, Urraca anuíu... É história, basta ler história para lá do estipulado. E acreditar em Platão... "Tudo o que sei, devo-o à minha ignorância"... O resto são dois antropónimos vizinhos... Entre tantos outros...

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